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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Não proucureis os Gentios- O Evangelho Segundo o Espiritismo/ Set/11






" NÃO PROUCUREIS OS GENTIOS "






Jesus enviou seus doze apóstolos, após lhes ter dado as seguintes instruções: Não proucureis os gentios( pagãos, idólatras.;neste caso,os que não aceitaram um único Deus), e não entreis nas cidades dos samaritanos( povo que seguia somente o Pentateuco de Moisés e rejeitavam todos os demais livros que lhe foram anexados posteriormente e eram considerados herejes pelos judeus ortodoxos); mas ide antes ás ovelhas perdidas da casa de Israel; e nos lugares onde fordes, pregai dizendo que o reino dos Céus está próximo.




(Mateus, 10:5 a 7 )


Jesus prova, em muitas circunstâncias, que os seus ensinamentos não estão voltados somente ao povo judeu, mas que abrangem a toda a Humanidade. Se Ele disse aos apóstolos para não irem aos pagãos, não foi por desprezar a conversão deles, o que seria pouco caridoso. É que os judeus já acreditavam num único Deus e esperavam um Messias, estando preparados pela lei de Moisés e pelos profetas, para receber essas promessas. Entre os pagãos, como não houvesse base, tudo estava por fazer, e os apóstolos ainda não estavam suficientemente esclarecidos para uma tarefa tão difícil; é por isso que lhes diz:Ide ás ovelhas desgarradas de Israel, ou seja, ide semear em terreno já desbravado, sabendo que a conversão dos gentios viria a seu tempo. De fato, mais tarde, foi no próprio centro do paganismo que os apóstolos foram plantar a cruz.


Estas palavras podem também se aplicar aos seguidores do Espiritismo, para os quais os incrédulos sistemáticos, os zombadores obstinados, os adversários interesseiros, são os que eram os gentios para os apóstolos e, seguindo-lhes o exemplo, devem procurar, primeiramente, seguidores entre as pessoas de boa-vontade, que desejam a luz, e que têm um gérmem fecundo de fé, e cujo número é grande.


Não devem perder tempo com os que se recusam a ver e a ouvir, e tanto mais resistem por orgulho quanto mais se parece dar valor á sua conversão. Mais vale a pena abrir os olhos a cem cegos que desejam ver claramente, do que a um só que prefere as trevas. Disto resultará um maior número de sustentadores da Doutrina. Deixar os outros tranquilos não é indiferença, mas boa política. A vez deles chegará, quando dominados pela opinião geral, e ouvindo a mesma coisa sem parar repetidamente, ao redor deles, acreditarão aceitar a idéia voluntariamente, por si mesmos, e não influenciados por outras pessoas...


( O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, cap. 24 )






quarta-feira, 21 de setembro de 2011

EQM-EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE/ESPIRITISMO/LIVRO DOS MÉDIUNS/SETEMBRO/11








EXPERIÊNCIA DE QUASE MORTE e DOUTRINA ESPÍRITA





( EQM)










O têrmo experiência de quase morte (EQM) refere-se a um conjunto de sensações frequentemente associados a situações de morte iminente por hipoxía cerebral, geralmente derivadas de paradas cardiorrespiratórias, sendo as mais divulgadas o efeito tunel e a experiência fora do corpo (EFC ou OOBE, também denominada "autoscopia". O têrmo foi cunhado pelo Dr. Raymond Moody em seu livro "VIDA APÓS A VIDA", escrito em 1975.





Em seu livro, no capítulo 1, o médico discorre: "Como é que é morrer?" Esta questão a humanidade tem se perguntado desde que existem seres humanos.





Durante muitos anos, o Dr.Raymond Woody teve oportunidade de levantar essa questão diante de um número considerável de audiências. Estes grupos incluíam desde classes de Psicologia, Filosofia e Sociologia, passando por oirganizações religiosas, clubes cívicos e audiências de televisão, até sociedades profissionais de Medicina.





Com base nesta experiência, dizia ele, posso afirmar com segurança que este tópico excita os mais poderos sentimentos em gente com os mais diversos tipos emocionais e modos de vida...





..."Em resumo, deparamo-nos com duas respostas contrastantes á nossa pergunta original a cerca da natureza da morte, ambas com derivação muito antiga, e, no entanto, ambas sustentadas ainda hoje. Alguns dizem que a morte é a aniquilação da consciência; outros, com igual confiança, que a morte é a passagem da alma ou da mente para uma outra dimensão da realidade.





A doutrina espírita, no " Livro dos Espíritos, pergunta 68, nos informa que segundo os espíritos " a causa da morte nos seres orgânicos é a exaustão dos órgãos. Isto ocorre quando a relação biunívoca entre o princípio vital e a matéria se quebra, cessando a harmonia. A química consegue fazer a análise (decomposição) e a síntese ( recomposição) da grande maioria dos corpos orgânicos e inorgânicos. Contudo, ela jamais conseguiu nem conseguirá reconstituir um ser vivente, porque o prícípio vital se esvai do ser orgânico fenecido. No organismo morto, seja vegetal, seja animal, está extinto o príncípio vital; a centelha divina criadora da vida, nele não mais existe.





Continuando com o Dr.Moody, diz ele, em seu livro acima citado, que o que mais o surpreendeu desde o começo de suas pesquizas, ..."foi a grande semelhança dos relatos, a despeito do fato de que vinham de pessoas com as mais diversas religiões e diferentes circunstâncias sociais e educacionais.............as experiências que estudei recaem sobre três categorias distintas:





1) Experiências de pessoas que foram ressucitadas depois de terem sido julgadas, consideradas ou declaradas mortas pelos seus médicos.





2) Experiências de pessoas que, no decorrer de acidentes ou doença ou ferimentos graves, estiveram muito próximas da morte física.





3) Experiências de pessoas que, enquanto morriam, contaram-nas a outras pessoas que estavam presentes. Mais tarde, estas outras pessoas relataram para mim o conteúdo da experiência de morte....





....apesar da notável semelhança entre os vários relatos, não há dois deles exatamente iguais, mesmo porque alguns nem relatam que sentiram ou viram qualquer coisa diferente.





A maioria dos relatos são , segundo as pessoas envolvidas no fato, "inexprimíveis", não exite na linguagem humana palavras que possam traduzir o que sentiram ou viram ; muitos sentiram sentimentos de paz e quietude; sensações de ruídos pouco comuns, ás vêzes até desagradáveis, provocando mal estar; outros ouviam sons parecidos com os de sinos repicando ao longe, soando como harpas, sinetas; outros ouviram uma espécie de música majestosa, linda.






Muitos relatam a sensação de estarem sendo puxados rapidamente através de uma espécie de espaço escuro descrito como caverna, funil, túnel, poço, buraco, cercado, vácuo, vazio, bueiro, vale e cilindro.





...muitos relatam a sensação de estar fora do corpo físico, olhando de cima para baixo, vendo como um "espectador", seu próprio corpo ou vendo alguém desconhecido no quarto...outros relatam estar vendo um ser de luz...familiares, etc.





A Doutrina espírita nos explica, no Livro dos Espíritos pergunta 135 a, que há no homem três constituintes fundamentais a serem considerados:





a) O corpo ou ser material, semelhante ao dos animais; b) A alma ou ser imaterial, Espírito encarnado; c) O Perispírito, laço que une a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito. Kardec usou uma comparação muito apropriada ao afirmar" Como a semente de um fruto é envolvida por um perisperma, o Espírito propriamente dito, também é revestido por um envoltório que, por analogia, se pode chamar de perispírito( L.E.pergunta 93) Esse períspirito, envoltório fluídico, semi-material que serve de elo de ligação entre a alma e o corpo, é o intermediário de todas as sensações que o Espírito recebe e pelo qual transmite sua vontade ao exterior e atua sobre os órgãos do corpo( Livro dos Médiuns, ítem 54). A alma nunca fica desligada do seu Períspirito, mesmo após a sua desencarnação.........existem propriedades do perispírito e que são as seguintes: expansibilidade e flexibilidade e durante o sono ou em estado de vigília pode tornar-se visível e até mesmo palpável. Por ser de extrema plasticidade, irradia-se para o exterioir e forma em torno do corpo material uma atmosfera, que o pensamento e a força de vontade podem dilatar ou contrair. Isso ocorre por que sendo de natureza fluídica , não se encontra preso ao corpo material e se submete sempre á vontade do Espçírito.





Outra propriedade é a assimilação, podendo assimilar os fluídos do ambiente. Se são emanações de boa natureza, o corpo recebe impressões salutares;se são más, a impressão é penosa.





Outra propriedade é em relação á densidade: menos densa nos espíritos mais evoluídos e mais grosseira nos espíritos inferiores. Possuem penetrabilidade, isto é,podem entrar em qualquer ambiente. O mundo material não lhe apresenta obstáculos de qualquer espécie.





O períspirito é o modelo organizador biológico ( A Gênese, cap. XI, ítem 11), adapta-se ás circunstâncias ambientais e é o registro das vivências do Espírito (L.E., 93 a 95; LM perguntas 50 e 51)





A morte verdadeira ocorre quando esse envoltório fluídico( períspirito) ou laço fluídico se rompe e segue com o espírito, deixando o corpo físico em definitivo.Como nos ensina no Livro dos Espíritos, capítulo III , Retorno da Vida Corpórea á Vida Espiritual, item 154, quando os liames da alma se rompem, ela se desprende e ocorre a separação da alma e do corpo.





Pode-se então concluir que nos casos de EQM, não ocorreram verdadeiramente as supostas " mortes" e que por vontade divina, as pessoas que passaram por esta experiência tiveram mais uma oportunidade de viver para reflexão sobre suas próprias vidas, pois todas, de maneira geral, trazem na mente um novo sentido para a vida, sendo que quase 85% tem experiências positivas e os que não tiveram experiências boas e relataram situações negativas, devem refletir mais sobre sua maneira de viver na Terra, suas ações, seus pensamentos, voltarem-se mais para sua parte espiritual e crescerem mais espiritualmente.





Jesus nos ensina que " a cada um será dado, conforme as suas obras". Pensemos bastante nisso e iniciemos nossa reforma íntima com urgência, pois nossa vida é eterna. A Terra é apenas uma passagem, um educandário de almas, para que através da dor, possamos nos corrigir, e alcançar o Reino de Deus. Que assim seja!





Fontes: Livro dos Espíritos, A Gênese, Curso Básico de Espiritismo, da FEESP, Vida Após a Vida,de Dr.Raymond A Moody Jr, Sociedade Espírita Auxílio Fraternidade ( http://www.auxiliofrate4rnidade.com.br/)










terça-feira, 20 de setembro de 2011

OS FILHOS DE JACÓ E A DIVISÃO DAS TRIBOS /SETEMBRO/11








OS FILHOS DE JACÓ E A DIVISÃO DAS TRIBOS








Dos doze filhos de Jacó, somente José e Benjamim eram filhos de Raquel, que morrera ao dar á luz seu segundo filho. Os outros eram filhos de Lia, sua segunda mulher e de suas duas escravas. A Tribo de Jacó era a mais poderosa de Canaã.




Seu filho José, então caçula, era muito amado pelo pai, que também muito amava sua mãe Raquel e por isso invejado pelos irmãos, estes o venderam a mercadores ismaelitas que o levaram para o Egito, onde em virtude de sua inteligência e extraordinárias faculdades mediúnicas, torna-se o ministro do Faraó.




José casa-se com Assenet, filha de Potífera, sacerdote de OM ( Gen 41:45), seu antigo Senhor , no Egito, e teve dois filhos,Manassés e Efraim.




Encontrando-se com os irmãos,faz as pazes e traz toda a família para viver no Egito, pois havia uma grande seca por toda a terra de Canaã - lá ficando por 430 anos, segundo a tradição. ( Hoje, pensa-se que foi bem menos, segundo novos estudos.)




EIS AÍ O MOTIVO PELO QUAL OS HEBREUS FORAM PARAR NO EGITO.




Ao morrer, Jacó dividiu a " TERRA SANTA" como um pai de família, em doze partes, uma para cada filho ( menos para Levi, porque ele ficou encarregado dos assuntos da Religião) dando origem ás Doze Tribos israelitas. Esses filhos emprestaram seus nomes á designação das Tribos: Issacar, Zebulum, Rubem, Judá, Simão, Benjamim, Gad, Asher, Oam, Naftali, e os filhos de José,Menasses e Efraim.




José, por ter vivido no Egito, e Levi por ser encarregado das cerimônias religiosas, da formação da tradição oral e escrita e transmissão da Fé em Deus, não deram nome ás tribos de Israel. Manassés e Efraim, os dois filhos de José é que deram nome ás tribos; o quinhão que caberia a Levi foi dividido para os dois filhos de José.




( Fonte: Curso de Aprendizes do Evangelho -1.º ano - FEESP)

Personalidades do Espiritismo/Setembro/11





PROFESSOR AMÉRICO MONTAGNINI






Um baluarte no campo de divulgação do espiritismo, no estado de São Paulo




Nascido na cidade de São João da Boa Vista,estado de São Paulo, no dia 1.º de Maio de 1897, desencarna em 1966, deixando um lugar de destaque , quer pela sua atuação incessante, quer pelo seu grande esfôrço em favor do engrandecimento da causa do espiritismo.


Foi presidente da tradicional Associação Espírita São Pedro e São Paulo, cuja séde ficava na rua Barão de Paranapiacaba, n.º 7, na capital de São Paulo, tendo passado por ela grandes vultos espíritas, dentre êles os Drs. Augusto Militão Pacheco e Pedro Lameira de Andrade.


Tanto a Associação Espírita São Paulo e São Pedro, como a Sociedade metapsíquica de São Paulo, acabaram por serem extinguidas, fundindo-se numa nova instituição, a FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO - FEESP, com um programa vasto e arrojado, cuja fundação data de 12 de Julho de 1936, e anos mais tarde o Prof.Américo exerceria a função de presidente, cargo que exerceu até a data de sua desencarnação.


Grande divulgador do espiritismo, foi também um médium de apreciáveis recursos, propiciando novas luzes aos que delas necessitavam, consolando e orientando.