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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

APRENDIZES DO EVANGELHO




MOISÉS E SUA MISSÃO PLANETÁRIA


Durante 430 anos a família e os descentes de Jacó permaneceram no Egito, transformando-se em um povo numero - o povo de ISRAEL ( Exôdos 12:40). Os Egípicios, sentindo-se ameaçados, impunham-lhes pesados tributos através do trabalho gratuíto ao Faraó.

Para evitar o aumento da população israelita, o Faraó Ramsés II, em torno de 1250 a.C, determinou a morte de seus filhos recém nascidos do sexo masculino.

Jocabel, mulher de Amram, neto de Levi, deu á luz um menino e o amamentou por três meses. Temerosa de que os guardas o descobrissem, arquitetou colocá-lo no rio Nilo, num cesto forrado de betume, á hora do banho da princesa Termútis, filha de Ramsés II ( Ex 2:1 a 10). A princesa recolheu-o e adotou-o como filho.

Certamente Moisés foi um Espírito missionário de alta hierarquia, com uma difícil tarefa: libertar o povo hebreu do jugo egípcio e codificar as leis divinas de caráter universal ( o Decálogo). SUA MISSÃO TEM CARÁTER PLANETÁRIO.

Educado em palácio, iniciado nos cultos herméticos dos faraós e sacerdotes, sempre se destacou por sua personalidade de liderança. Após um incidente com um guarda egípcio, Moisés mata-o, e tem de fugir. Vai para Madiã, ao sul da Palestina, onde se casa e passa 40 anos pastoreando, também aprendendo os caminhos do deserto.

Um dia, nas imediações do monte Sinai ou Monte Horebe, o mesmo onde anos mais tarde recebeu o Decálogo, Moisés ouviu o chamamento á sua missão, quando Deus " lhe fala" do meio de uma sarça ardente - (Exôdo 3) - observação : sarça significa arbusto do deserto sem grande beleza ou qualidade.

Moisés volta ao Egito com sua família (EX 4:18-20). Reinava, então, Menerphtah, filho de RAmsés II e, tendo seu irmão mais velho, Arão, como intérprete de sua vontade junto ao Faraó, pediu a liberdade de seu povo.

Depois de muitas dificuldades e pragas terríveis, o Faraó ainda assim, não concordou com sua saída (Ex cap 7 a 11)

Face á não concordância do Faraó, o Senhor instituiu a Páscoa (Ex cap 12), na qual os hebreus deveriam marcar as ombreiras das portas com o sangue dos cordeiros imolados, assinalando sua presença para que seus primogênitos não fôssem atingidos pela praga destruidora. Disse então ao Faraó a Moisés: "Ide e servi ao Senhor, como tendes dito" (Ex 12:31).

Inicia-se o ÊXODO ( saída dos hebreus do Egito), mas arrependendo-se, o Faraó persegue-os até as margens do Mar Vermelho ( na região do Mar dos Juncos), onde os soldados egípcios são tragados pelo mar, depois da passagem de Moisés e seu povo(Ex, cap 14).

(Fonte: Curso dos Aprendizes do Evangelho - 1.º ano - FEES)

Personalidades do Espiritismo






ANTONIO WANTUIL DE FREITAS






Nasceu na cidade do Patrocínio do Muriaé, estado de Minas Gerais em 23 de Outubro de 1895, e desencarnou em 11 de Março de 1974, na cidade do Rio de Janeiro.






Diplomou-se em Farmácia em 1913, na cidade de Juiz de Fora(MG), na Escola de Farmácia e Odontologia do Instituto Granbery, casando-se em 1919 com D.Zilfa Fernandes de Freitas, com quem teve sete filhos.






Tornou-se farmacêutico- industrial e após ter assistido a uma sessão de médiuns, recebeu uma comunicação de sua mãe, com detalhes que só ele conhecia. Então passou a ser espírita, visto que até então lia muito sobre várias religiões.



Em 1944, deixa sua insdústria farmacêutica sob a direção de seus filhos, para dedicar-se integralmente ao espiritismo, do qual foi um grande defensor, incluindo várias passagens de relevância onde foi grande defensor da Doutrina Espírita, como no caso de Humberto de Campos; na justiça que queria que fichassem os dirigentes espíritas e que se fechassem todas as associações espíritas, inclusive a FEB, a fim de ditar normas para aberturas dos centros espíritas, impedindo o livre arbítrio das diretorias ( ocorrido durante o governo de Getúlio Vargas); na Sociedade de medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da qual era sócio e que moveu acirrada campanha contra os espíritas, por parte de alguns membros.Wantuil Freitas, obteve sucesso em todas essas perseguições aos espíritas.



Em 1932 ingressou como sócio remido da Federação Espírita Brasileira (FEB), onde foi presidente durante 27 anos consecutivos, de 1943 a 1970.



Escreveu muitos livros, opúsculos, folhetos ,editados pela FEB e colaborou com artigos na revista REFORMADOR.



Em 05 de Outubro de 1949 colaborou na elaboração do chamado "PACTO AÚREO", realizado pela Grande Espírita do Rio de janeiro, que visava a união dos espíritas e a unificação do Movimento Espírita. Foi então autor de 18 ítens da ata a ser lavrada , sendo um deles ,a criação do Conselho Federativo Nacional, oficialmente instalado em 01/01/1950. Tinha uma capacidade de trabalho e de lúcida inteligência maravilhosa.



Se devem a ele os 4 únicos sêlos postais espíritas do mundo, sendo o 1.º sobre o Centenário do Espiritismo, em 1957, com grande repercussão internacional.



Graças aos seus esforços e de outros companheiros, nasceu a sede da FEB ( DF), num terreno doado pelo Novacap, com escritura assinada em 1985.



(Fonte: Anuário Espírita-1995 -n.º 32-Novembro)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

OS PERFUMES - CHICO XAVIER




OS PERFUMES


Quando nos aproximávamos do Chico, era comum sentirmos perfumes a se irradiarem dele.

Como os odores mudassem ás vêzes entremeados com o forte cheiro de éter, sabia-se que eram produzidos pela Espiritualidade, que se utilizava de suas faculdades.

O apóstolo Paulo, em mensagem do capítulo XV de "O Evangelho Segundo O Espiritismo", referindo-se aos homens que praticam a máxima " Fora da Caridade não há Salvação", afirma:

- Reconhecê-lo-eis pelo perfume da caridade que espalham em torno de si.

Chico Xavier foi um dêles.
Quando os perfumes não eram materializados, em torno do medianeiro permanecia o perfume de sua aura, que era percebido por todos aqueles dotados de maior sensibilidade.

Lembramo-nos de alguns fatos relacionados a essa faculdade em nossos contatos, entre eles o de uma senhora de nossa comunidade, que,estando na fila para se despedir do médium, viu outra senhora á sua frente retirar-se com o lenço perfumado. Quando chegou a sua vez, ela colocou um pequeno lenço em sua mão e, colocando-a na mão do médium, pediu-lhe:

-Chico, me dê um pouco de perfume também.

Imediatamente ela sentiu suas mãos umidecer-se, exalando suave perfume. Emocionada ela beijou-lhe a mão, e, como sempre ocorria, Chico retribuiu-lhe o gesto.

Depois de exibí-lo aos confrades que constataram o fenômeno, ela o guardou com cuidado e carinho.

O lencinho manteve os resquícios do perfume ainda por muitos dias.

(Inesquecível Chico, de Romeu Grisi e Gerson Sestini)