quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO . INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO. O DIVÓRCIO








NÃO SEPAREIS O QUE DEUS UNIU



Os fariseus também vieram a Jesus para tentá-lo, e lhe disseram: É permitido a um homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Ele lhes respondeu: Não lestes que aquele que criou o homem desde o início, os criou macho e fêmea? E disse: Por esta razão, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá á sua mulher, e farão os dois uma só carne. Assim eles não serão mais dois, e sim uma só carne. Que o homem, pois, não separe o que Deus uniu.



Mas por que razão, disseram eles, Moisés , ordenou que se entregue á mulher uma carta de separação e que a repudie? Jesus lhes respondeu: É devido á dureza de vossos corações que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas isso não aconteceu desde o início. Eu também vos declaro que, todo aquele que repudiar sua mulher, se não for por causa do adultério, e se casar com outra, comete um adultério; e que aquele que se casar com aquela que um outro repudiou, também comete um adultério.( Mateus, 19:3 a 9 ).


Nada é imutável, a não ser o que vem de Deus. Toda obra que é dos homens está sujeita a mudanças. As leis da Natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países; as leis humanas transformaram-se de acordo com o tempo, com os lugares e com o progresso da inteligência.


No casamento, o que é de ordem divina, é a união dos sexos para permitir a renovação dos seres que morrem, mas as condições que regulam essa união são de tal modo humanas, que não há em todo o mundo, e até mesmo na cristandade, dois países em que elas sejam rigorosamente as mesmas, e nem há um sequer em que elas sejam rigorosamente as mesmas, e nem há um sequer em que essas condições, não tenham sofrido mudanças impostas pelo tempo. O resultado disso pe que pela lei civil o que é legítimo num país e numa época, é adultério noutro e em outro tempo; isto, em razão de ter a lei civil, por objetivo regular os interesses das famílias na sociedade e esses interesses variam de acordo com os costumes e as necessidades locais.


Assim é, por exemplo, que em certos países apenas o casamento religioso é legítimo e, em outros, é preciso acrescentar-lhe o casamento civil e, em outros, enfim, o casamento civil é o bastante.


Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, existe uma outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral; é a lei do amor.


Deus quis que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, ao invés de um, a amá-los, a cuidar deles e fazê-los progredir.


Nas condições normais do casamento, a lei do amor foi sempre levada em conta? De maniera nehuma. O que se leva em conta não é a afeição de dois seres que se atraem mutuamente eis porque, na maioria das vêzes, esse sentimento é rompido. O que se procura não é a satisfação do coração e, sim, a do orgulho, da vaidade e da ambição; em resumo: a satisfação de todos os interesses materiais. Se tudo corre bem, segundo esses interesses, diz-se que o casamento é conveniente e, quando as bolsas estão cheias, diz -se que os esposos estão bem , e que por isso devem ser bem felizes.


Contudo, nem a lei civil, nem tampouco os compromissos que ela determina, podem suprir a lei de amor, se esta lei não presidir á união. Disso resultará que, muitas vêzes, o que se uniu á força, se separa por si mesmo, e que o juramento que se pronuncia aos pés dum altar torna-se uma falsidade, se é dito como uma fórmula banal e, então, surgem as uniões infelizes que acabam por se tornar criminosas. Infelicidade dupla, que seria evitada se, nas condições do casamento, não se esquecessem da única lei que o torna legítimo aos olhos de Deus: a lei de amor.


"Não separareis o que Deus uniu, deve ser entendido segundo a lei de Deus que não se altera jamais e, não conforme a lei variável dos homens.


Martins Peralva nos traz uma classificação dos casamentos em 5 tipos principais, assim compreendidos:


Acidentais: Encontro de almas inferiorizadas, por efeito de atração momentânea, sem qualquer ascendente espiritual.


Provacionais: Reencontro de almas, para reajustes necessários á evolução de ambos.


Sacrificiais: Reencontro de alma iluminada com alma inferiorizada, com o objetivo de redimí-la.


Afins: Reencontro de corações amigos, para consolidação de afetos.


Transcendentais: Almas engrandecidas no Bem e que se buscam para realizações imortais.


O DIVÓRCIO


De acordo com o Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, os espíritos nos ensinam que o divórcio é uma lei que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato, já está separado. O divórcio não contraria a Lei de Deus, uma vez que apenas corrige o que os hbomens fizeram e, que se aplica apenas aos casos em que foi desconsiderada a lei divina.....


Porém, nem mesmo Jesus consagrou a indissolubilidade absoluta do casamento. Ele disse: Foi devido á dureza de vossos corações que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres. Isso significa que, desde os tempos de Moisés, quando a afeição mútua não fosse o único motivo do casamento, a separação poderia tornar-se necessária. Mas, acrescenta: Isso não foi assim desde o princípio; ou seja, que no início da Humanidade, quando os homens ainda não estavam pervertidos pelo egoísmo e pelo orgulho, e que viviam segundo a Lei de Deus, as uniões fundadas sobre simpatia e não sobre a vaidade ou a ambição, não davam motivo de repúdio.


(O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 22- Allan Kardec)


( Estudando a Mediunidade - Martins Peralva)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

LIVRO DOS MÉDIUNS - CONCEITO DE MEDIUNIDADE. O MÉDIUM E SUA SENSIBILIDADE. DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO. EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM.





CONCEITO DE MEDIUNIDADE


Mediunidade é a faculdade que permite o intercâmbio entre o mundo físico e o espiritual.

É tão antigo quanto o mundo. Os profetas eram médiuns...Todos os povos tiveram seus médiuns. E as inspirações de Joana D!Arc nada mais eram que a voz dos Espíritos benfeitores que a dirigiam.

Durante os tempos medievais, esse dom ficou mais raro, mas nunca desapareceu.( L.M. 2.ª parte, Cap. XXXI, ítem 11).

Com o Espiritismo, esse dom ganha um novo enfoque, revivendo a visão cristã da mediunidade, perdida através dos tempos, e tornando-a um fenômeno mais consciente e destituído de mistificações, quando examinada sob a ótica da racionalidade.

Os Espíritos comparam a atuação do médium á de um instrumento, um intermediário. O intercâmbio mediúnico ocorre através do pensamento, é uma" ligação mental" estabelecida entre o Espírito comunicante e o Espírito do médium receptor.

A mediunidade é dada sem distinção, a fim de que os Espíritos possam levar a luz a todas as camadas, a todas as classes da sociedade, ao pobre como ao rico; aos virtuosos, para os fortalecer no bem; aos viciosos, para os corrigir. Esses últimos não são os doentes que precisam de médico?( Evangelho SEgundo o Espiritismo)





O MÉDIUM, SUA SENSIBILIDADE.




DESENVOLVIMENTO MEDIUNICO.


Kardec inicia o Livro dos Médiuns com a seguinte observação: " muito natural o desejo dos que se dedicam ao Espiritismo, de entrarem pessoalmente em comunicação com os Espíritos (L.M. "Introdução") e complementa, expressando um de seus objetivos:"... indicar os meios de desenvolvimento da mediunidade em quem a possui, segundo as possibilidades de cada um, e sobretudo orienta o seu emprego de maneira proveitosa.




Diz Kardec que embora a mediunidade apresente um caráter espécífico em cada médium, é importante ressaltar a existência de pontos em comum, como " a capacidade de sentir a presença dos Espíritos, por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja. Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, de maneira que a impressionabilidade é antes uma qualidade geral do que específica: é a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras"( L.M., 2.ª parte, Cap.XIV, ítem 164).

Acrescenta que " essa faculdade se desenvolve com o hábito e pode atingir uma sutileza que a pessoa dotada reconhece, pela sensação recebida, não só a natureza boa ou má do Espírito que se aproximou, mas também a sua individualidade..."(L.M., 2.ª parte, Cap.XIV, ítem 164).

Quando Kardec coloca que a mediunidade " se relaciona com predisposições orgânicas" (L.M., 2.ª parte, Cap. XVII, ítem 209 e Cap. XX, ítem 226 - 1.ª questão), está se referindo á capacidade de expansão ou desligamemnto entre o períspírito e o corpo físico: " O desenvolvimento da faculdade mediúnica depende da natureza mais ou menos expansível do perispírito do médium e da assimilação deste mais ou menos fácil com o dos Espíritos"(Obras Póstumas., "Manifestação dos Espíritos" parágrafo 6,n.º 34 )

O desenvolvimento mediúnico propriamente dito ocorre quando o médium amplia a sua sensibilidade, voltando-a em direção ás percepções originadas no plano espiritual.

A educação mediúnica , objetiva transformar individualmente o médium, preparando-o para intervir positivamenete na sociedade contribuindo para o progresso cultural da humanidade e para o seu próprio aperfeiçoamento espiritual .

Assim, a mediunidade é uma faculdade que poderá ser estudada com uma profundidade maior, vivenciada na prática - sob o controle e intensidade devidamente dosados através das aulas práticas - e treinada para um uso disciplinado....Desenvolver e educar são, portanto, processos paralelos e interagentes, dois aspectos principais da ampliação consciente das potencialidades do homem.

Kardec ressalta que não há sinais físicos, não há fórmula sacramental ou " ginástica física" para diagnosticar o tipo de mediunidade ou desenvolvê-la. Do mesmo modo, " a fé não é condição obrigatória para o iniciante. Ela secunda os esforços, não há dúvida, mas não é indispensável. A pureza de intenção, o desejo e a boa vontade bastam" (L.M., 2.ª parte, Cap. XVII, ítem - 209)




EVANGELIZAÇÃO DO MÉDIUM



Explica-nos Emmanuel, que " a mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda a carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador" ( Livro : O Consolador, perg.382). Vimos também que é atributo do Espírito, patrimônio da alma imortal e elemento renovador da posição moral da criatura terrena, por isso todos são médiuns das forças invisíveis.

Sabemos que todos possuem a faculdade mediúnica em maior ou menor grau, porque a origem humana é a mesma, tem a mesma constituição orgânica e caminha para o mesmo fim. A Doutrina Espírita esclarece que a morte física não expressa sublimação; é apenas passagem de um plano para o outro. Não se pode assim, admitir que o desenvolvimento mediúnico constitua por sí só um meio para melhor servir. Daí, a necessidade do aprimoramento pessoal como condição primária de êxito, em qualquer tarefa de intercâmbio.

Mas é necessário reconhecer que na esfera da mediunidade, cada servidor se reveste de características próprias. O conteúdo sofrerá sempre a influenciação do entendimento e vocabulário do médium. Essa é a lei de intercâmbio. Mediunidade, pois, para o serviço das revelações espirituais, reclama estudo constrante, perseverança, determinação e devotamento ao bem para o indispensável enriquecimento em ciência e virtude.

Sendo assim, o Evangelho é poderoso auxiliar no desenvolvimento mediúnico. A reforma íntima, sua pedra de toque. E é na oração e na humildade que o médium alcançará maiores bençãos e refazimemto.


( Fonte:Livro - Curso de Educação Mediúnica 1.º ano - FEESP

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

APRENDIZES DO EVANGELHO. MOISÉS E SUA MISSÃO PLANETÁRIA. O ÊXODO. O DECÁLOGO E AS LEIS TRANSITÓRIAS.








MOISÉS E SUA MISSÃO PLANETÁRIA



Durante 430 anos a família e os descendentes de Jacó permaneceram no Egito, transformando-se em um povo numeroso - o povo de ISRAEL (EX 12:40). Os egípcios, sentindo-se ameaçados, impunham-lhes pesados tributos através do trabalho gratuíto ao Faraó.


Para evitar o aumento da população israelita, o Faraó Ramsés II, em torno de 1250 a.C., determinou a morte de seus filhos recém nascidos do sexo masculino.


Jocabel, mulher de Amram, neto de Levi, deu á luz um menino e o amamentou por três meses. Temerosa de que os guardas o descobrissem arquitetou colocá-lo no rio Nilo, num cesto forrado e betume, á hora do banho da princesa Termútis, filha de Ramsés II (EX 2: 1-10). A princesa recolheu-o e adotou-o como filho.

Certamente Moisés foi um Espírito missionário de alta hierarquia, com uma difícil tarefa: libertar o povo hebreu do jugo egípicio e codificar as leis divinas de caráter universal ( O Decálogo).


SUA MISSÃO TEM CARÁTER PLANETÁRIO.


Educado em palácio, iniciado nos cultos herméticos dos faraós e sacerdotes, sempre se destacou por sua personalidade de liderança. Após um incidente com um guarda egípcio, Moisés mata-o, e tem de fugir. Vai para Madiã, ao sul da Palestina, onde se casa e passa 40 anos pastoreando, também aprendendo os caminhos do deserto.


Um dia, nas imediações do Monte Sinai, o mesmo onde anos mais tarde recebeu o Decálogo, Moisés ouviu um chamado á sua missão, quando Deus " lhe fala" do meio de uma sarça ardente ( EX 3). Moisés , volta ao Egito com sua família (EX 4:18-20). Reinava, então, Menerphtah, filho de Ramsés II e, tendo seu irmão mais velho, Arão, como intérprete de sua vontade junto ao Faraó, pediu a liberdade de seu povo.








O ÊXODO



Depois de muitas dificuldades e pragas terríveis o Faraó, ainda assim, não concordou com sua saída (EX, caps. 7 a 11 ).


Face á não concordância do Faraó, o Senhor instituiu a Páscoa (EX, cap 12 ), na qual os hebreus deveriam marcar as ombreiras das portas com o sangue dos cordeiros imolados, assinalando sua presença para que os primogênitos não fôssem atingidos pela praga destruidora. Disse então o Faraó a Moisés: " Ide e servi o Senhor, como tendes dito" (EX 12:31).


Inicia-se o ÊXODO ( saída dos hebreus do Egito), mas, arrependendo-se, o Faraó persegue-os até as margens do Mar Vermelho ( na região do Mar dos Juncos), onde os soldados egípcios são tragados pelo mar, depois da passagem de Moisés e seu povo (EX, c







O DECÁLOGO E AS LEIS TRANSITÓRIAS


No deserto tomam a direção sul, ao longo da costa do Mar Vermelho e depois em direção ao Monte Sinai. Em Êxodo,capítulo 19, lê-se que no terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, Moisés chega ao Monte Sinai e lá recebe os Dez Mandamentos ( Tábuas da Lei ou Decálogo).


Fala Emmanuel, em " O Consolador", questão 269, que embora Moises trouxesse consigo as mais elevadas faculdades mediúnicas, era " impossível que o grande missionário dos judeus e da Humanidade pudesse ouvir o Espírito de Deus".


Diz, ainda, que após o advento do Espiritismo, o homem está habilitado a compreender que os Dez Mandamentos foram ditados por emissários de Jesus, " porquanto todos os movimentos de evolução material e espiritual do orbe se processaram, como até hoje se processam, sob o seu augusto e misericordioso patrocínio."


Diz Kardec ( ESE, cap. 1) que "há duas partes distintas na lei mosaíca: a LEI DE DEUS, promulgada sobre o monte Sinai, e a LEI CIVIL OU DISCIPLINAR, estabelecida por Moisés".

A Lei de Deus, ou Decálogo, é uma lei de todos os tempos e de todos os povos, e tem, por isso mesmo, um caráter divino. Todas as demais estabelecidas por Moisés, contidas no LEVÍTICO, NÚMEROS E DEUTERÔNOMIO ( livros do Pentateuco), eram TRANSITÓRIAS, porque o grande legislador foi "obrigado a manter pelo temor um povo naturalmente turbulento e indisciplinado, n o qual tinha que combater abusos arraigados e preconceitos adquiridos durante a servisão do Egito". Para dar autoridade ás suas leis, ele teve de lhes atribuir uma origem divina, como o fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem devia apoiar-se na autoridade de Deus.



( Fonte: Curso de Aprendizes do Evangelho - 1.º ano - da FEESP)


























quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PERSONALIDADES DO ESPIRITISMO DIVALDO PEREIRA FRANCO






DIVALDO PEREIRA FRANCO







Nasceu no dia 5 de Maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, na Bahia sendo hoje em dia um grande médium espírita e conferencista.

Desde a infância que se comunica com os espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943. Aos 18 anos, em 1945, Divaldo mudou-se para Salvador, tendo sido aprovado no concurso para o IPASE ( Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado), onde ingressou em 05 de novembro de 1945. Administra a Mansão do Caminho, gigantesca obra social educacional, em Salvador, que está atendendo atualmente a 3.000 crianças carentes por dia.

Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947. Dois anos depois iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação de que queimasse tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício.

Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como um "Espírito Amigo", ocultando-se no anonimato á espera do instante oportuno para se apresentar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas de diretriz espiritual.

Percorreu mais de 1000 cidades, 53 países e 11.000 palestras proferidas. Recebeu quase 600 homenagens, procedentes de Instituições culturais, políticas, universidades, associações beneficentes, núcleos espiritualistas, centros espíritas, etc., destacando-se o título de Doutor Honoris Causa em Humanidades pela Universidade do Canadá e, no Brasil, mais de 80 títulos de cidadania.

Em,1964, Joanna De Ângelis selecionou várias mensagens de sua autoria e enfeixou-as no livro " Messe de Amor", que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 175 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam sua vida e sua obra. Seis milhões de exemplares( edições e reedições), sendo que cerca de 80 obras que foram traduzidas para outros idiomas ( francês, inglês, castelhano, polonês, checo, esperanto, turco, sueco, holandês, albanês italiano e braille)

Fonte: FERNANDES, Washington Luis Nogueira. Atos do Apóstolo Espírita: Conheça um pouco a Vida de Divaldo.São Paulo: FEESP 2000.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE NATAL - O TEU CRISTO


O TEU CRISTO


Desejando a todos um Feliz Natal com votos de um Feliz Ano Novo,deixo a mensagem para nossas reflexões, lembrando que nas orações nossos espíritos podem chegar ás alturas e encontrar nosso Mestre Redentor, e nosso Pai Criador, nos abençoando, sempre!






Possuis recursos inimagináveis que estão em germe em tua alma, aguardando os teus estímulos.


Por enquanto, sintonizas com as províncias de sombra por onde transitastes, e já deverias ter-te libertado da sua presença.


Vez que outra descobres toda a força que jaz em ti, aguardando.


Jesus utilizou-se dos seus recursos para demonstrar a finalidade a que se destinavam.


Acalmou os ventos e devolveu ao mar a sua tranquilidade.


Liberou obsidiados e restituiu o equilíbrio aos obsessores.


Sarou enfermidades e recuperou doentes da alma.


Multiplicou pães e peixes e alimentou Espíritos esfaimados da verdade.


Iluminou a Terra e jamais se eclipsou.


Possuis o Cristo interno, poderoso, que é teu, mas o manténs manietado, sem ensejar-lhe ação.


Deixa-o espraiar-se através de ti.


Ele é harmonia, e tu estás desequilibrado; é amor,e tu és carencia; é claridade, e tu és sombra; é vida, e tu te debates nos grilhões da morte.


Com Ele agindo por ti, terás decisão para te negares aos pensamentos doentios que se transformam em tormentos e ações nefastos.


És, antes de tudo, o teu mundo interior, e porque ai Êle habita, todo te renovas e dás margem a que estuem as tuas potencialidades para a realização do programa de paz e vida a que estás vinculado.


( Livro:Filho de Deus - Divaldo Pereira Franco pelo espírito de Joanna De Angelis.)




Agradeçamos a Deus, por ter-nos enviado Jesus, e que neste Natal reunidos em família encarnada e espiritual, possamos render graças pelas bençãos de mais um ano que passou, e como os pastorinhos dizer:


"Glória a Deus nas alturas, e paz na Terra aos homens de Boa Vontade"






















JESUS - O ÚNICO CAMINHO QUE LEVA AO PAI









"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vai ao Pai senão por mim" - ( João, 14:6)






Para ir ao Pai, através de Jesus, não basta qualificar-se cristão, ou assentar-se nos bancos de uma religião cristã. É preciso fazer obra de cristão; é necessário não apenas ler, mas sobretudo, viver os Evangelhos, aplicando-os na vida de relação.

O amor, a caridade, a fraternidade, a mansuetude e a tolerância são vocábulos universais, e todas as religiões que os consagrarem estarão palmilhando os caminhos balizados por Jesus.

(Livro: Casos Controvertidos do Evangelho - autor Paulo Alves Godoy -FEESP)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

OS REIS MAGOS E SEUS ESTRANHOS PRESENTES



A ESTRELA GUIA




E tendo Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém."( Mateus 2:1)



O fato da conjunção estranha dos corpos celestes, foi também percebido pelos sensitivos das Escolas de Sabedoria, sobretudo pelos Essenios, que se mantinham em prece, vigilantes, aguardando a hora do grande evento, do qual tiveram logo informações diretas, por intermédio dos adeptos da Ordem e pelos irmãos Terapeutas, que viajavam por toda a parte.

A profecia de Zoroastro, feita na Pérsia, 3.200 anos atrás, dizia : " Oh! vós, meus filhos, que já estais avisados do nascimento do Messias, antes de qualquer povo, assim que virdes a estrela, tomai-a por guia e ela vos conduzirá ao lugar onde Ele, o Redentor - nasceu. Adorai-o e ofertai-lhe presentes porque Ele é a palavra, o Verbo, que formou os céus.

Entre os iniciados das escolas orientais, estavam os chamados Reis Magos.

E chegaram, através da estrela guia, até o local de nascimento de Jesus e trouxeram presentes: Incenso, Ouro e Mirra ( Mateus, 2:11)

Qual seria o significado desses presentes?


O incenso significa Espírito, pois, no passado, segundo crença prevalescente na época, ele era usado para balsamizar o ambiente, a fim de propiciar a manifestação de Espíritos.


O Ouro é um metal raro, de alto valor, em torno do qual os homens fazem girar as sua cogitrações. Ele tem sido o fator principal do egoísmo e o causador de muitas misérias no mundo, por isso, o Ouro simboliza o homem carnal.

A mirra é uma planta extremamenete amarga, difícil de ser suportada na boca.

Por conseguinte, os três presentes, significam que Jesus Cristo, como Espírito, encarnou num corpo material para o desempenho de uma fulgurante missão, em cujo epílogo teria que tragar a taça amarga do sacrifício do Calvário.


( Livro " O Redentor", de Edgard Armond)